set 24 2014

Dicas para escolher Gravata

Que tal aprender algumas dicas sobre como escolher a gravata certa ?!? A Estivanelli participou da gravação de um programa da TV local e ensina para você!

http://goo.gl/KpS0M9


set 22 2014

Aplicativo impede motoristas de dormir ao volante

Ainda em fase de desenvolvimento, o NightDrive alerta o condutor que cair no sono

app

Jurij Francuzov estava em seu rotineiro caminho de três horas para casa quando caiu no sono. Ele estava dirigindo a 130km/h e, por sorte, nada de ruim aconteceu. Mas o susto foi suficiente para fazer lituano pesquisar alguns números de quantos motoristas dormem no volante — e se convenceu de criar um aplicativo para impedir isto de acontecer.

NightDrive usa a câmera frontal do celular para monitorar os olhos do motorista. Se o sujeito os fecha por mais de dois segundos, um som é disparado até que o condutor acorde. As opções de “dia ou noite” fazem com que o aplicativo ajuste a luz da imagem para nunca vacilar na vigia.

O desenvolvimento total do app ainda busca investimento no Kickstarter – está tentando juntar mil libras. Você pode ajudar clicando aqui. O aplicativo já está em fase de aprovação pela Apple e também deve ser disponibilizado para Android até dezembro deste ano.

Fonte: VIP


set 1 2014

Nascido para vencer?

A QUESTÃO DA VOCAÇÃO É CONTROVERSA. MAS É IMPORTANTE NÃO SE FAZER DE SURDO

Diálogos edição 41, Nelson Blecher (Foto: GQ)

Mudar de carreira – eis uma hipótese, sonho ou intenção que vai e vem na mente de uma parcela de executivos envolvidos nas mais diversas atividades, como revelam levantamentos por aqui e mundo afora. As motivações variam. Pode ser a rotina entediante da ocupação que se repete por anos. Pode ser a ambição de ganhar mais e aproveitar oportunidades em setores emergentes. Pode ser a vontade de aprender coisas novas ou a busca de melhor qualidade de vida. Uma análise mais aprofundada pode diagnosticar uma escolha profissional equivocada, ainda que tenha resultado em sucesso material, mas que a certa altura se manifesta por um chamado tardio, mas contundente, da real vocação do sujeito.

É interessante se debruçar sobre a primeira fase de vida de notórios astros contemporâneos do mundo dos negócios para observar como se manifestam precocemente os sinais da vocação. Um deles é o megainvestidor Warren Buffett, 83 anos, que acumulou uma fortuna de US$ 56 bilhões. Infante ainda, revelava curiosidade sobre negócios e investimentos. Comprou sua primeira ação aos 11 anos. Aos 15, junto com um amigo, instalou fliperamas usados em uma barbearia. Com o lucro, Buffett comprou terras. Filho de um advogado e de uma ex-comissária de bordo, o britânico Richard Branson, fundador da Virgin, que se tornaria um império do comércio à aviação, mostrou seu tino empreendedor no colégio ao editar uma revista, a Student, e implantar um serviço de aconselhamento para jovens. Tinha 19 anos quando estabeleceu seu negócio de distribuição de discos. Isso sem falar em Bill Gates, o segundo mais rico do planeta (US$ 80,1 bilhões, segundo a Forbes), que criou seu primeiro software aos 13 anos e com o parceiro Paul Allen fundaria a Microsoft.

Em contraponto a essas histórias de precocidade, porém, há outras que revelam como a vocação emergiu em meio a circunstâncias da vida. David Ogilvy (1911-1999), que viria a se tornar um dos publicitários mais influentes do século passado, abandonou a Universidade de Oxford, trabalhou como cozinheiro no célebre hotel Majestic, em Paris, vendeu fogões na Escócia e emigrou para os Estados Unidos, onde se juntou ao Instituto Gallup. Somente em 1948, em sociedade com o irmão, fundou sua agência de propaganda. O fundador da Amazon, Jeff Bezos, sonhava mesmo é com a física teórica até se dar conta de que não seria competitivo ao se cotejar com colegas brilhantes da Universidade Princeton. Transferiu-se para os cursos de engenharia elétrica e ciências da computação, nos quais se formou com notas acima da média. Bezos ingressou no mundo profissional como especialista em TI e se tornou o mais jovem vice-presidente do Bankers Trust. Mas ficou entediado com a área financeira. Foi quando despertou sua vocação empreendedora para o imenso potencial do avanço da informática, do dinheiro farto de investidores do Vale do Silício e concebeu a livraria virtual que se valeu de milhões de obras já catalogadas digitalmente. O resto é história.

A questão se a vocação é inata ou construída rende controvérsias. Tiger Woods, apontado como o “Mozart do golfe”, se tornou o maior do mundo por que nasceu com o dom ou por que o pai, aposentado, o levava para “treinar” no campo já aos 2 anos de idade? Importante é que, ao ouvir o chamado da vocação, ninguém se faça de surdo.

Fonte:GQ


ago 29 2014

5 coisas que você precisa saber sobre vinho

VOCÊ NÃO PRECISA SER ESPECIALISTA PARA APRECIAR UM BOM VINHO, MAS ESSAS DICAS VÃO MELHORAR SUA EXPERIÊNCIA. SAIBA AQUI OS CINCO PONTOS BÁSICOS

Taças de vinho (Foto: Getty Images)

1. Não confunda mais: enólogo, enófilo, sommelier?

Morro de vergonha se algum conhecido desavisado me chama de enólogo. Normalmente, quando respondo que não sou enólogo, de pronto escuto que devo ser um sommelier. Não. Também não. Aceito ser tratado, se muito, de enófilo, para evitar o menos atraente “bebum”. Então, vamos esclarecer a cadeia de profissionais do vinho.

Viticultor é quem planta e cuida do vinhedo. Muitas vezes o viticultor é o proprietário da vinícola e também enólogo. Este ser duplo seria o vitivinicultor.

Enólogo é o profissional responsável por produzir o vinho na bodega. Recebe as uvas e toma as decisões técnicas cabíveis, tempos de fermentação, armazenamento ou não em barricas, etc. Este cargo exige formação complexa, que inclui estudo de agronomia e química. Existem cursos especializados (técnico e superior), mas nem todo enólogo é formado na escola.

Sommelier é o termo francês para denominar o responsável pelo serviço do vinho. Esse profissional cuida da seleção à compra dos vinhos de uma adega, seja de restaurante, hotel ou de um particular, e faz o serviço à mesa, por meio do qual ajuda o cliente a escolher o vinho apropriado ao paladar e ao bolso. Tudo pode ser feito com salamaleque ou não, a depender da ocasião.

Enófilo é o apreciador do vinho. Um amador que muitas vezes se interessa pelo assunto a ponto de tornar-se um especialista nele. Escreve livros, dá palestras, frequenta confrarias, degustações e feiras. Ele cumpre a função mais divertida da cadeia: ele bebe. Em geral, de maneira moderada e com um grau de apreciação mais elevado do que a média, graças a seus conhecimentos adquiridos e à prática. O único problema do enófilo é que ele corre o risco de se transformar no enochato.

Enochato é o mala que fala mais do que bebe, pontifica mais do que sabe e está em vias de se tornar um cervejochato (ou zitochato, para os eruditos), porque  as cervejas especiais entraram na moda…
2. Café, morango, mel, asfalto…Tá no meu vinho?!

Fique tranquilo. Não colocaram frutas vermelhas, tabaco, asfalto, mel ou café no seu vinho. Quando alguém, seja um crítico ou um enochato, usa algum deste chamados “descritores aromáticos”, muitas vezes considerados esquisitos, está citando aromas que podem ser encontrados nos vinhos porque estes compartilham moléculas com várias outras substâncias presentes na natureza. Pense assim: a vitamina C existe em várias frutas e não só na laranja, certo? Muitas outras moléculas presentes no vinho também podem estar no café, no chocolate, na cereja, etc. É tudo baseado em cadeias de carbono que  se repetem e se transformam. Um assunto árido para quem fugiu das aulas de química orgânica da escola… Recomendo o  livro Taste Bud and Molecules, de François Chartier, que trata deste assunto de maneira clara.

uva (Foto: Getty Images)

3. Equilibrado

É comum designar um vinho como “equilibrado”. O vinho nada mais é que suco de uva fermentado, ou seja, que sofreu ataque de microorganismos (as leveduras) e com isso transformou parte do seu açúcar em álcool. Mas o suco resultante ainda possui água, ácidos e outros componentes, entre os quais se destacam os taninos. O tanino é o componente adstringente, que “amarra a língua”, mais comum nos tintos. Ao colocarmos o vinho na boca, sentimos estes sabores todos (álcool, açúcar e taninos). Se em uma degustação um deles se destaca demais, dizemos que o vinho está desequilibrado. Pode estar muito alcoólico, muito tânico ou muito ácido, por exemplo. Estes excessos são sempre o motivo do desagrado ao paladar. Quando há uma integração equilibrada entre acidez, álcool, taninos e açúcar, o vinho tende a ser percebido como mais agradável. As exceções seriam os vinhos de sobremesa, nos quais se espera predominância de açúcar. Vinhos leves e frescos também puxam mais para a acidez.
4. Brancos, tintos e rosados

O líquido do vinho se origina da polpa da uva. A cor, assim como outros inúmeros aromas e sabores, vem da casca. Ou seja, em geral, uva branca faz vinho branco e uva tinta faz vinho tinto. Não dá pra produzir um vinho tinto somente com uva branca. Parece óbvio, mas, tradicionalmente, em algumas regiões da França e da Itália, usa-se uma pequena quantidade de uva branca na produção de vinho tinto. Ironicamente, alguns enólogos afirmam que a uva branca ajuda a fixar a cor da tinta!

Um vinho branco, pelo contrário, pode ser feito com uva tinta. Não é comum, mas há um interessante merlot vinificado em branco produzido pela Dunamis na Campanha Gaúcha, por exemplo. Para isso ocorrer, basta que a fermentação não seja feita em contato com as cascas, que liberam os pigmentos. Nos cortes mais tradicionais de Champagne, entram, além da chardonnay (uma uva branca), a pinot meunier e a pinot noir, ambas tintas.
O vinho rosado (ou rosé) pode ser feito basicamente de duas maneiras. Pela cuidadosa mistura de um vinho tinto e um branco ou pelo método de sangria, no qual se retira o mosto do contato com as cascas tintas após leve maceração, antes de liberar muito pigmento. A partir daí, vinifica-se como um branco.
Existem aproximadamente 9 mil castas de uva entre as vitis viniferas, apropriadas à produção de vinho, e as de mesa. Mas pode-se dizer que das quase 2 mil cepas adotadas no mundo vitivinícola, contam-se nos dedos as variedades utilizadas na enorme maioria dos vinhos produzidos hoje no mundo.

Rolhas de vinho (Foto: Getty Images)

5. Guardar ou beber?

A enorme maioria dos vinhos produzidos atualmente pode e deve ser bebida em um prazo de até três anos. A enologia moderna evoluiu de modo a permitir que vinhos jovens não sejam mais “imbebíveis”. Antigamente guardavam-se os vinhos jovens que tinham muito tanino e “amarravam” a boca com sua adstrigência. Os Bordeaux levavam 20 anos para “amaciar” os taninos.Técnicas como microoxigenação e uso de barricas, entre outras, aceleram este processo. Mas isto não quer dizer que alguns não melhorem muito se você aguardar mais uns anos. Algumas pessoas – e eu me incluo neste rol -  preferem vinhos mais evoluídos. Mesmo aqueles de que não se espera muito surpreendem. Para evoluir bem, um vinho precisa ter uma quantidade interessante de um dos seguintes componentes conservantes: álcool, açúcar, taninos ou acidez (exemplo: o Vinho do Porto, que tem mais açúcar e álcool do que um vinho tranquilo).

Um vinho seco, seja branco ou tinto, jovem, leve, macio, sem muita acidez ou tanino, não vai ter estrutura para evoluir com os anos. Por outro lado um vinho jovem com muito tanino, álcool e acidez não é necessariamente desequilibrado. É muito tudo! É um exagero ao paladar. Sabe aquela pessoa jovem, saudável, mas meio desmiolada, sem estilo ou classe, tímida?  Então. Você a reencontra 20 anos depois e ela está mudada, elegante, comunicativa. Isto porque tinha estrutura para evoluir. Mas, claro, depende daquilo por que passou e daquilo que aprendeu. No caso do vinho, depende muito do armazenamento e da conservação. Importante saber que na maioria das vezes os brancos secos são menos longevos do que os tintos.

Se o vinho estiver bem armazenado, protegido da luz, do excesso de calor e das mudanças bruscas de temperatura, abra quando der vontade. Dica: para saber se o precioso líquido passou do ponto, o principal sinal é a quantidade de líquido no recipiente. Ponha a garrafa contra a luz e observe o nível do vinho. Se estiver abaixo do “ombro” da garrafa, houve vazamento ou evaporação. Este contato com o ar é fatal. Leva à oxidação e o vinho perde o brilho, o vigor. Serve para cozinhar e olhe lá. Mas prove antes para ter certeza.

Fonte: GQ


ago 25 2014

Tendência: Rosa!

O rosa promete ser um dos destaques do Verão 2015. Tendo aparecido nas passarelas da London Fashion Week, em desfiles de marcas como Topman e Burberry, entre outras, ele também vem ganhando força nas ruas.

Do tom mais claro, passando pelo pink e o magenta, a cor é uma ótima opção para acender o visual e fugir do óbvio. Para quem não se sente tão à vontade de apostar numa produção monocromática e usá-la dos pés à cabeça, apostar numa camiseta pólo e jogar um paletó de cor neutra por cima é uma boa alternativa.

Modelo: Robison Lazaro
Fotografia: Rinelle Leticia
Produção: Mylla Alves
Agradecimento: Território do Vinho