ago 29 2014

5 coisas que você precisa saber sobre vinho

VOCÊ NÃO PRECISA SER ESPECIALISTA PARA APRECIAR UM BOM VINHO, MAS ESSAS DICAS VÃO MELHORAR SUA EXPERIÊNCIA. SAIBA AQUI OS CINCO PONTOS BÁSICOS

Taças de vinho (Foto: Getty Images)

1. Não confunda mais: enólogo, enófilo, sommelier?

Morro de vergonha se algum conhecido desavisado me chama de enólogo. Normalmente, quando respondo que não sou enólogo, de pronto escuto que devo ser um sommelier. Não. Também não. Aceito ser tratado, se muito, de enófilo, para evitar o menos atraente “bebum”. Então, vamos esclarecer a cadeia de profissionais do vinho.

Viticultor é quem planta e cuida do vinhedo. Muitas vezes o viticultor é o proprietário da vinícola e também enólogo. Este ser duplo seria o vitivinicultor.

Enólogo é o profissional responsável por produzir o vinho na bodega. Recebe as uvas e toma as decisões técnicas cabíveis, tempos de fermentação, armazenamento ou não em barricas, etc. Este cargo exige formação complexa, que inclui estudo de agronomia e química. Existem cursos especializados (técnico e superior), mas nem todo enólogo é formado na escola.

Sommelier é o termo francês para denominar o responsável pelo serviço do vinho. Esse profissional cuida da seleção à compra dos vinhos de uma adega, seja de restaurante, hotel ou de um particular, e faz o serviço à mesa, por meio do qual ajuda o cliente a escolher o vinho apropriado ao paladar e ao bolso. Tudo pode ser feito com salamaleque ou não, a depender da ocasião.

Enófilo é o apreciador do vinho. Um amador que muitas vezes se interessa pelo assunto a ponto de tornar-se um especialista nele. Escreve livros, dá palestras, frequenta confrarias, degustações e feiras. Ele cumpre a função mais divertida da cadeia: ele bebe. Em geral, de maneira moderada e com um grau de apreciação mais elevado do que a média, graças a seus conhecimentos adquiridos e à prática. O único problema do enófilo é que ele corre o risco de se transformar no enochato.

Enochato é o mala que fala mais do que bebe, pontifica mais do que sabe e está em vias de se tornar um cervejochato (ou zitochato, para os eruditos), porque  as cervejas especiais entraram na moda…
2. Café, morango, mel, asfalto…Tá no meu vinho?!

Fique tranquilo. Não colocaram frutas vermelhas, tabaco, asfalto, mel ou café no seu vinho. Quando alguém, seja um crítico ou um enochato, usa algum deste chamados “descritores aromáticos”, muitas vezes considerados esquisitos, está citando aromas que podem ser encontrados nos vinhos porque estes compartilham moléculas com várias outras substâncias presentes na natureza. Pense assim: a vitamina C existe em várias frutas e não só na laranja, certo? Muitas outras moléculas presentes no vinho também podem estar no café, no chocolate, na cereja, etc. É tudo baseado em cadeias de carbono que  se repetem e se transformam. Um assunto árido para quem fugiu das aulas de química orgânica da escola… Recomendo o  livro Taste Bud and Molecules, de François Chartier, que trata deste assunto de maneira clara.

uva (Foto: Getty Images)

3. Equilibrado

É comum designar um vinho como “equilibrado”. O vinho nada mais é que suco de uva fermentado, ou seja, que sofreu ataque de microorganismos (as leveduras) e com isso transformou parte do seu açúcar em álcool. Mas o suco resultante ainda possui água, ácidos e outros componentes, entre os quais se destacam os taninos. O tanino é o componente adstringente, que “amarra a língua”, mais comum nos tintos. Ao colocarmos o vinho na boca, sentimos estes sabores todos (álcool, açúcar e taninos). Se em uma degustação um deles se destaca demais, dizemos que o vinho está desequilibrado. Pode estar muito alcoólico, muito tânico ou muito ácido, por exemplo. Estes excessos são sempre o motivo do desagrado ao paladar. Quando há uma integração equilibrada entre acidez, álcool, taninos e açúcar, o vinho tende a ser percebido como mais agradável. As exceções seriam os vinhos de sobremesa, nos quais se espera predominância de açúcar. Vinhos leves e frescos também puxam mais para a acidez.
4. Brancos, tintos e rosados

O líquido do vinho se origina da polpa da uva. A cor, assim como outros inúmeros aromas e sabores, vem da casca. Ou seja, em geral, uva branca faz vinho branco e uva tinta faz vinho tinto. Não dá pra produzir um vinho tinto somente com uva branca. Parece óbvio, mas, tradicionalmente, em algumas regiões da França e da Itália, usa-se uma pequena quantidade de uva branca na produção de vinho tinto. Ironicamente, alguns enólogos afirmam que a uva branca ajuda a fixar a cor da tinta!

Um vinho branco, pelo contrário, pode ser feito com uva tinta. Não é comum, mas há um interessante merlot vinificado em branco produzido pela Dunamis na Campanha Gaúcha, por exemplo. Para isso ocorrer, basta que a fermentação não seja feita em contato com as cascas, que liberam os pigmentos. Nos cortes mais tradicionais de Champagne, entram, além da chardonnay (uma uva branca), a pinot meunier e a pinot noir, ambas tintas.
O vinho rosado (ou rosé) pode ser feito basicamente de duas maneiras. Pela cuidadosa mistura de um vinho tinto e um branco ou pelo método de sangria, no qual se retira o mosto do contato com as cascas tintas após leve maceração, antes de liberar muito pigmento. A partir daí, vinifica-se como um branco.
Existem aproximadamente 9 mil castas de uva entre as vitis viniferas, apropriadas à produção de vinho, e as de mesa. Mas pode-se dizer que das quase 2 mil cepas adotadas no mundo vitivinícola, contam-se nos dedos as variedades utilizadas na enorme maioria dos vinhos produzidos hoje no mundo.

Rolhas de vinho (Foto: Getty Images)

5. Guardar ou beber?

A enorme maioria dos vinhos produzidos atualmente pode e deve ser bebida em um prazo de até três anos. A enologia moderna evoluiu de modo a permitir que vinhos jovens não sejam mais “imbebíveis”. Antigamente guardavam-se os vinhos jovens que tinham muito tanino e “amarravam” a boca com sua adstrigência. Os Bordeaux levavam 20 anos para “amaciar” os taninos.Técnicas como microoxigenação e uso de barricas, entre outras, aceleram este processo. Mas isto não quer dizer que alguns não melhorem muito se você aguardar mais uns anos. Algumas pessoas – e eu me incluo neste rol -  preferem vinhos mais evoluídos. Mesmo aqueles de que não se espera muito surpreendem. Para evoluir bem, um vinho precisa ter uma quantidade interessante de um dos seguintes componentes conservantes: álcool, açúcar, taninos ou acidez (exemplo: o Vinho do Porto, que tem mais açúcar e álcool do que um vinho tranquilo).

Um vinho seco, seja branco ou tinto, jovem, leve, macio, sem muita acidez ou tanino, não vai ter estrutura para evoluir com os anos. Por outro lado um vinho jovem com muito tanino, álcool e acidez não é necessariamente desequilibrado. É muito tudo! É um exagero ao paladar. Sabe aquela pessoa jovem, saudável, mas meio desmiolada, sem estilo ou classe, tímida?  Então. Você a reencontra 20 anos depois e ela está mudada, elegante, comunicativa. Isto porque tinha estrutura para evoluir. Mas, claro, depende daquilo por que passou e daquilo que aprendeu. No caso do vinho, depende muito do armazenamento e da conservação. Importante saber que na maioria das vezes os brancos secos são menos longevos do que os tintos.

Se o vinho estiver bem armazenado, protegido da luz, do excesso de calor e das mudanças bruscas de temperatura, abra quando der vontade. Dica: para saber se o precioso líquido passou do ponto, o principal sinal é a quantidade de líquido no recipiente. Ponha a garrafa contra a luz e observe o nível do vinho. Se estiver abaixo do “ombro” da garrafa, houve vazamento ou evaporação. Este contato com o ar é fatal. Leva à oxidação e o vinho perde o brilho, o vigor. Serve para cozinhar e olhe lá. Mas prove antes para ter certeza.

Fonte: GQ


ago 27 2014

Look Casual com Bermuda!

Aproveitando esses dias de calor, que tal apostar numa composição descontraída para aproveitar melhor o dia? A combinação Bermuda Neutra + Camisa manga curta colorida é uma opção ótima, unindo estilo e conforto.

A camisa social equilibra o ar despojado da Bermuda e deixa a produção com um ar sofisticado. Para deixá-la mais atual, dobre as

mangas da camisa e opte por um sapato Drive ou uma alpargata.

Você encontra essas e mais outras peças incríveis aqui na Estivanelli!

Modelo: Robison Lazaro
Fotografia: Rinelle Leticia
Produção: Mylla Alves
Agradecimento: Território do Vinho

ago 20 2014

Clássicos: Terno!

O Terno é parte fundamental do guarda roupa do homem elegante. Ele tem este nome, porque inicialmente, era considerado terno a composição que unia paletó, calça e colete do mesmo tecido (três peças, daí o nome terno) . Mas com o tempo, o colete foi sendo deixado de lado e hoje chamamos também o conjunto que tem somente calça e paletó.

Para muitos homens, ele é o uniforme de trabalho e é usado para transmitir seriedade e eficiência. Mas nas ruas, ele também vem ganhando força, sendo destaque em vários sites de street style masculino.

Na hora de comprar o seu terno, é essencial ficar atento ao caimento. Quando ele não veste bem,e é ou muito grande ou muito pequeno, empobrece a sua produção.  Um bom Terno é um investimento.

Inspire-se nas produções que separamos!

Aqui na Estivanelli você encontra Ternos incríveis!

Modelo: Robison Lazaro
Fotografia: Rinelle Leticia
Produção: Mylla Alves
Agradecimento: Território do Vinho

jan 18 2013

Como usar: Bermuda Cargo

Vocês sabiam que o jeito de usar bermudas cargo mudou?

Sim, na realidade o que mudou foi a modelagem. Esqueça aqueles modelos com bolsos hipervolumosos no estilo anos 90. Aposte nos modelos mais ajustados ao corpo, com bolsos mais sequinhos.

As cargo sãos peças essenciais no guarda-roupa masculino e combinam perfeitamente com o visual mais casual, e ainda  podem ser mescladas com peças mais sociais, como blazers e camisas sem comprometer a elegância do look todo.

  • Uma regra de ouro para o uso deste tipo de peça é considerar seus bolsos laterais como um adereço sem função nenhuma, utilizá-los para guardar celulares, carteiras ou iPods cria um volume que acaba com a harmonia da anatomia humana.
  • A cargo pode ser muito casual para alguns ambientes, mas vai muito bem no cenário urbano ou natural.
  • A cargo sem tanto volume fica ótima com as camisas de modelagem mais moderna, tornando a silhueta elegante.
  • Com uma bermuda com pouco volume é mais fácil combinar roupas diversas, de camisetas leves a sweaters de tricot, mantendo mesmo charme.

Quer um visual casual e confortável para o final de semana? Aposte na bermuda cargo com camisa polo e sapatenis color! Moderno e a cara do verão:

Fonte: Canal Masculino


mai 15 2012

Google Earth Clock

Inspirada nas formas do imaginário ao descobrir imagens nas nuvens, a gigante Mountain View lançou um experimento chamado Google Earth Clock que mostra a hora local de uma maneira diferente.

Ele se baseia no plugin do Google Earth e busca no mundo inteiro construções ou paisagens vistas pelos satélites que se assemelham aos números, e monta a hora no formato hh:mm. Assim que ele mostra todos os números na tela, começa a buscar por novos, sempre atualizando o relógio. Incrível, não?

Fonte: http://www.revistadesign.com.br/2/categoria/tecnologia/page/2/