set 12 2014

Peça- chave: camisa branca!

Todo homem deve ter pelo menos uma camisa branca que o vista bem. Curinga, a peça é sinônimo de elegância e ideal para compor um visual sofisticado sem muito esforço.

Opção preferida dos homens de gosto mais clássico, ela é o complemento perfeito para ternos de diferentes cores, assim como gravatas. Mas também vem ganhando seu espaço junto aos mais modernos e que preferem um visual despojado, sendo combinada com jeans e bermudas e calças de sarja. Nesses casos, para dar um ar mais jovem e atual à composição, uma boa dica é dobrar as mangas da camisa e usá-la por fora da calça.

Importante lembrar que o caimento é importantíssimo. Compre uma camisa que te vista bem, sem sobras de tecido ou que esteja muito justa. Só assim vai alcançar um resultado elegante.

Aqui na Estivanelli, você encontra camisas brancas incríveis. Detalhes e toque macio, agregam sofisticação à peça.


set 1 2014

Nascido para vencer?

A QUESTÃO DA VOCAÇÃO É CONTROVERSA. MAS É IMPORTANTE NÃO SE FAZER DE SURDO

Diálogos edição 41, Nelson Blecher (Foto: GQ)

Mudar de carreira – eis uma hipótese, sonho ou intenção que vai e vem na mente de uma parcela de executivos envolvidos nas mais diversas atividades, como revelam levantamentos por aqui e mundo afora. As motivações variam. Pode ser a rotina entediante da ocupação que se repete por anos. Pode ser a ambição de ganhar mais e aproveitar oportunidades em setores emergentes. Pode ser a vontade de aprender coisas novas ou a busca de melhor qualidade de vida. Uma análise mais aprofundada pode diagnosticar uma escolha profissional equivocada, ainda que tenha resultado em sucesso material, mas que a certa altura se manifesta por um chamado tardio, mas contundente, da real vocação do sujeito.

É interessante se debruçar sobre a primeira fase de vida de notórios astros contemporâneos do mundo dos negócios para observar como se manifestam precocemente os sinais da vocação. Um deles é o megainvestidor Warren Buffett, 83 anos, que acumulou uma fortuna de US$ 56 bilhões. Infante ainda, revelava curiosidade sobre negócios e investimentos. Comprou sua primeira ação aos 11 anos. Aos 15, junto com um amigo, instalou fliperamas usados em uma barbearia. Com o lucro, Buffett comprou terras. Filho de um advogado e de uma ex-comissária de bordo, o britânico Richard Branson, fundador da Virgin, que se tornaria um império do comércio à aviação, mostrou seu tino empreendedor no colégio ao editar uma revista, a Student, e implantar um serviço de aconselhamento para jovens. Tinha 19 anos quando estabeleceu seu negócio de distribuição de discos. Isso sem falar em Bill Gates, o segundo mais rico do planeta (US$ 80,1 bilhões, segundo a Forbes), que criou seu primeiro software aos 13 anos e com o parceiro Paul Allen fundaria a Microsoft.

Em contraponto a essas histórias de precocidade, porém, há outras que revelam como a vocação emergiu em meio a circunstâncias da vida. David Ogilvy (1911-1999), que viria a se tornar um dos publicitários mais influentes do século passado, abandonou a Universidade de Oxford, trabalhou como cozinheiro no célebre hotel Majestic, em Paris, vendeu fogões na Escócia e emigrou para os Estados Unidos, onde se juntou ao Instituto Gallup. Somente em 1948, em sociedade com o irmão, fundou sua agência de propaganda. O fundador da Amazon, Jeff Bezos, sonhava mesmo é com a física teórica até se dar conta de que não seria competitivo ao se cotejar com colegas brilhantes da Universidade Princeton. Transferiu-se para os cursos de engenharia elétrica e ciências da computação, nos quais se formou com notas acima da média. Bezos ingressou no mundo profissional como especialista em TI e se tornou o mais jovem vice-presidente do Bankers Trust. Mas ficou entediado com a área financeira. Foi quando despertou sua vocação empreendedora para o imenso potencial do avanço da informática, do dinheiro farto de investidores do Vale do Silício e concebeu a livraria virtual que se valeu de milhões de obras já catalogadas digitalmente. O resto é história.

A questão se a vocação é inata ou construída rende controvérsias. Tiger Woods, apontado como o “Mozart do golfe”, se tornou o maior do mundo por que nasceu com o dom ou por que o pai, aposentado, o levava para “treinar” no campo já aos 2 anos de idade? Importante é que, ao ouvir o chamado da vocação, ninguém se faça de surdo.

Fonte:GQ


ago 22 2014

8 Dicas para aprender com seus fracassos e dar a volta por cima

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Um fracasso pode ser um passo importante para o sucesso. Steve Jobs foi demitido da própria empresa que fundou, anos antes de conseguir voltar a ser acionista majoritário da mesma e criar produtos incríveis como iPod e o iPhone. A escritora J. K. Rowling recebeu diversos nãos antes de sentar para escrever Harry Potter. Estes, são apenas alguns pequenos exemplos.

Adversidades fazem parte da vida e podem atingir qualquer pessoa. Mas, nem todos conseguem superar os problemas que enfrentam sejam elas pequenas eventualidades ou grandes.

A terapeuta e coach Erica Aidar dá oito dicas para transformar um fracasso em um aprendizado e reestruturar a vida. Confira:

UM DIA VOCÊ PODE FALHAR

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Compreender que os seres humanos cometem erros e falhas ajudam a aprender que após uma queda é possível levantar e dar a volta por cima. Independente da quantidade de vezes que cair, você sempre é capaz de erguer-se e andar.

NÃO PERSONALIZE SEMPRE O FRACASSO

Quando fracassar por causa de características suas, não desista. Trabalhe em cima desse comportamento que resultou na derrota e tente se adaptar às melhores circunstâncias, evitando a autocrítica destrutiva, pois isso impedirá que você alcance o sucesso.

O SUCESSO NÃO VEM O TEMPO TODO

Assim como no esporte, nem sempre é possível ganhar todas as partidas. Contudo, mesmo que você perca jogos repetidas vezes. O importante é trabalhar a as falhas que contribuíram para a derrota e aperfeiçoá-las, busque ajuda de alguém mais experiente, faça perguntas, queira aprender com erro.

O FRACASSO JÁ PRODUZIU SUCESSOS

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Não desista de algo porque uma pessoa disse que você não é capaz. Veja exemplos de grandes nomes da história que não desistiram dos seus sonhos e inspire-se. É o caso do professor de música de Ludwig Von Beethoven que lhe disse: “É impossível você vir a ser compositor”.

APRENDA COM O FRACASSO

Quando algo não dá certo serve como experiência e aprendizado de que são necessárias mudanças para chegar ao local que pretende.

ACREDITE NO SEU POTENCIAL

Se as situações não estão dando certo, tenha perseverança, determinação e acredite que com novas tentativas você conseguirá o que quer desde que esteja mais bem preparado e mais consciente das ferramentas necessárias para alcançar o seu objetivo.

SEJA POSITIVO

Coloque em mente que as falhas ajudaram a prevenir erros semelhantes no futuro e, dessa forma, abrirá novas chances e oportunidades que antes você não conseguia identificar.

VÁ COM CALMA

Ao enfrentar obstáculos é normal se sentir sobrecarregado e, com isso, tentar pular etapas para solucionar o problema. Entretanto, é importante dar um passo de cada vez para diminuir medos e ansiedades.

Fonte: Manual do Homem Moderno


mai 5 2014

Sapatos masculinos

Os homens não são tão aficcionados em sapatos como as mulheres, mas é claro que também dão toda a importância a essa peça chave do vestuário. De nada adianta vestir a roupa certa se o sapato escolhido não se adequa à roupa escolhida e à ocasião. Existem diversos modelos de sapatos masculinos disponíveis, aprenda a distingui-los e identificar com que roupas e momentos eles combinam.

Sapato Oxford:

Foi o primeiro sapato amarrado com cadarços e introduzido na Inglaterra em 1640 entre os estudantes da Universidade de Oxford. Podem ser de couro ou de camurça, geralmente seu bico é mais afinado e longo e com uma costura separando a ponta do resto do calçado. Eles são mais formais e podem ser usados com ternos em ocasiões como casamentos.

Sapato Derby:

É derivado do Oxford, mas surgido no século XIX. É um sapato de cadarços e pode ser de bico mais quadrado, sem a divisória na ponta do sapato.  É menos formal que o modelo Oxford, podendo ser usado com costume, blazer e calça sem gravata. Também pode ser usado com jeans dependendo do modelo e da ocasião.

Sapato Monk:

É um sapato derivado dos sapatos dos Monges usados desde o século XV, com a versão contemporânea surgida nos anos 30. Em termos de formalidade le está entre o Oxford e o Derby. É um sapato sem cadarços, reconhecido pela fivela de metal lateral na parte superior do sapato. Combina com ternos e trajes sociais.

Sapato Brogue:

Não é bem um tipo de sapato, mas um enfeite que pode estar presente em outros modelos, como Oxford. São os perfurados decorativos que formam desenhos nos sapatos.

Sapato Mocassim:

É um sapato confortável, conhecido por sua flexibilidade e presença de bolinhas de borracha no solado para evitar que o sapato escorregue. É um sapato casual e esportivo que fica bem com bermudas e calça jeans. Não combina com meias.

Sapato Loafer:

É um sapato fechado, sem cadarço e sem fivela, que se distingue por uma faixa de couro com um desenho vazado na área superior do peito do pé. Na década de 50 se tornou popular entre os universitários norte-americanos. Ele vai bem com calça jeans combinada com camisa pólo.

Sapatênis:

É um sapato híbrido, não tão esportivo como o tênis, nem tão formal quanto os sapatos. A crítica de moda os despreza, considerando-os bregas, embora seja um sucesso de vendas entre os homens. Podem ser usados em situações casuais, com bermudas ou calça jeans.

Sapatos Estivanelli em promoção:

Fonte matéria: Beleza Masculina


mai 2 2014

5 coisas que você não sabia sobre proteína

Treinadores e nutricionistas regularmente defendem a proteína – ajuda a ganhar músculos, estabiliza o açúcar do sangue, melhora o foco, para nomear apenas alguns dos benefícios – e ainda assim há muita desinformação sobre o assunto.

“Proteína é feita de aminoácidos. É o bloco de construção do corpo. Sem ela, não podemos construir todas as coisas que ajudam o corpo a funcionar bem : músculo, tecido conjuntivo, neurotransmissores, células sanguíneas e hormônios” diz Ryan Andrews, um instrutor de fitness e nutrição. “Eu recebo muitas perguntas sobre o assunto dos meus clientes diariamente – ainda há alguma confusão. Muitas pessoas ainda não entendem que suas reservas de aminoácidos estão constantemente empobrecidas, e se você não reabastecê-las novamente, seu corpo pode puxar da massa muscular para adquirir as proteínas que necessita.”

Aqui, Andrews desmente alguns mitos comuns sobre a proteína.

Mito N° 1 : Você deve consumir toda a sua proteína do dia em uma única refeição.

Fato : “Todo dia quase me perguntam sobre isso. A maioria das pessoas pensa que é Ok consumir toda a cota de proteína diária em uma refeição, como um bife grande no fim do dia. Mas a ingestão de proteína precisa ser distribuída durante o percurso do dia. Nós temos uma reserva limitada de proteína, sendo que as de carboidratos e gordura é maior. Pense como uma pia que você está tentando manter cheia mas não há um plug no ralo – você precisa reabastecer suas reservas conforme elas são empobrecidas. Tente consumir um pouco em cada refeição.”

Mito N° 2 : A proteína que você consome deve ser de origem animal.

Fato : “Muitas pessoas pensam que as proteínas de origem vegetal não contam, mas eles contém todos os aminoácidos necessários em proporções variadas. Comidas como feijão preto, lentinhas, ervilhas, quinoa, trigo, aveia, amêndoas, nozes e sementes de chia são ótimas fontes de proteína para qualquer dieta.

Mito N° 3 : Você não pode consumir proteína demais.

Fato : “Isso não é verdade. Um excesso de qualquer nutriente pode ser guardado como gordura e levar a um ganho de peso indesejado. Tendo dito isso, é mais difícil comer muito alimentos densos e ricos em proteína como carne e ovos do que carboidratos processados, que comumente tem adição de açúcar e sal. Se você é uma pessoa muito ativa, o ideal de proteína necessário é 1,5 gramas de proteína por kilo do seu peso corporal.

Mito N° 4 : Você precisa de um shake de proteína imediatamente depois do exercício para ganhar músculo.

Fato : “Essa idéia é baseada no que conhecemos como janela anabólica de oportunidade – quando o corpo age como uma esponja absorvendo os nutrientes para reabastecer reservas de glicogênio e dar início a síntese de proteína. Novas pesquisas mostram que a janela é maior do que se pensava – você tem na realidade mais ou menos duas horas depois do exercício para começar o processo de recuperação. Mas ainda mais importante é a proteína que você consome ao longo do dia. “

Mito N°5 : É difícil consumir a quantidade necessário de proteína diária.

Fato : “ É mais fácil do que você pensa. Mergulhe vegetais em hummus ou feijão preto. Adicione amêndoas moídas ou uma colher de pó de proteína na aveia, polvilhe sementes de girassol e abóbora na salada, e acrescente chia no shake. Outro jeito de aumentar o índice de proteína da sua dieta é usando enquanto cozinha. Substitua parte da farinha por pó de proteína. O resultado será refeições mais saudáveis ! “

Fonte : DETAILS