jul 8 2011

Encare de frente seu maior problema

Qual o seu maior problema? A barriguinha que não some? A timidez excessiva? A gente mostra um guia bem sucinto que vimos lá na VIP sobre problemas que podem ser resolvidos com mudanças de atitudes. O importante mesmo é conseguir reconhecer que existe um problema e encará-lo de frente!

1. Não consigo perder a barriga!

O que causa: o excesso de gordura abdominal é geralmente determinado hormonalmente e ocorre mais em homens do que em mulheres. Sedentarismo, situações de stress e tipo de alimentação agravam o problema.

Como resolver: ataque de frente o que está causando o problema. Se não faz atividade física, inclua-a em seu dia a dia. Pelo menos meia hora cinco vezes por semana: três vezes de exercícios aeróbicos e duas de musculação. Isso também ajuda a espantar o estresse. Troque a proteína ruim pela boa: prefira cortes de carne mais magros, frango, peixes e laticínios desnatados. Tire do cardápio também qualquer coisa feita com farinha branca, substituindo pela integral. Maneire no açúcar e no álcool. Outra forma mais rápida mas que pode não ser tão duradoura e é certamente mais dolorida,  é a aplicação de enzimas. As injeções de uma enzima chamada lipoderme são capazes de quebrar e eliminar pela urina os depósitos de gordura localizada. São necessárias cerca de dez sessões. A especialista diz que entre 10 e 25 centímetros de barriga podem ser eliminados.

2. Sou chato pra caramba…

O que causa: segundo o jornalista e escritor Xico Sá, antigamente só existiam dois tipos de chato: o “de galocha” e o “pra chuchu”. “Já hoje em dia são milhões”, diz. “Os casos mais comuns  são os esnobes, os que conversam em monólogos e os grudentos.”

Como resolver: Xico cunhou o termo “homem-buquê” para aqueles chatos que fazem parte dos dois primeiros grupos, que adoram vinhos finos e gastronomia fresca e exibem seus superiores e chatíssimos conhecimentos para uma mulher a noite toda. Ele acha aquele cara que chega a cheirar a rolha de quinta categoria. Imagina um cara que anda até com termômetro, para medir a  temperatura do vinho. Assim não dá, que tal comer a comida “fresca” apreciar o vinho e ponto? Está aí a grande dica pra os chatonildos: fechar a boca. Mas também ouça mais as mulheres (deixá-las curiosas a seu respeito é um grande trunfo), não conte vantagem e tente aguçar o faro para perceber quando não está agradando – para, assim, calar a boca. Em relação ao chato grudento, alguns “nãos”: não dê beijos molhados nas bochechas, não abrace se não for abraçado primeiro e não se convide para nada.

3. Sou tímido demais…

O que causa: chamada de fobia social, a timidez excessiva provoca sintomas físicos, como sudorese e taquicardia. O tímido tem medo de ser foco de atenção, mesmo que seja em um papo com um colega de trabalho. Acredita-se que a timidez seja um traço de temperamento. A razão desta fobia ainda é incerta: os muito tímidos são filhos geralmente de pais superprotetores ou de pais que não lhes deram atenção.
Como resolver: o primeiro passo é admitir o problema para si mesmo. Tentar fazer cursos em que você seja obrigado a interagir com os outros é válido. O importante é o tímido não se contentar em ser assim. O inglês Richard La Ruina, coaching de relacionamentos, tem uma técnica: dê “bom dia” para toda e qualquer pessoa que passar por você. Depois, comece a fazer perguntas aleatórias, só para conseguir se aproximar das pessoas: “Onde tem um restaurante bom por aqui?”. Aos poucos, você vai se soltar e perceber que as pessoas reparam menos em você do que imagina.

4. Estou.. esgotado… no trabalho…

O que causa: a chamada “síndrome de burnout” é um estado de stress excessivo, relacionado com experiências de esgotamento, decepção e perda do interesse pela atividade de trabalho. Irritabilidade, impaciência, distanciamento afetivo, baixo rendimento e consumo excessivo de café, álcool e até mesmo drogas são alguns dos sintomas mais comuns.

Como resolver: No trabalho, planeje tudo com antecedência, mas sem metas irreais. Não se desespere diante de imprevistos, concentre suas energias em resolvê-los e seja flexível. Tenha empatia ao lidar com clientes e colegas, se coloque no lugar deles. Mas a solução não está apenas em medidas tomadas no âmbito profissional: reserve um tempo para atividades de lazer e relaxamento. Além disso, coma bem, tenha boas noites de sono, evite preocupações antes de se deitar, e não viva apenas para o trabalho.

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Imagens: reprodução