Horário Especial de Natal

Bom dia!

A partir de hoje (dias 22 e 23/12) para sua maior comodidade estaremos atendendo até às 20h. E no dia 24/12 (sábado) até às 18h.

Venha garantir o presente do marido, namorado, pai, vô, amigo ou aquele pessoa especial com parcelamento em até 6x no cartão e aproveitar nosso coquetel. Estamos com muitas delícias e um chopp geladinho.

Esperamos vocês!15590423_1817058421910383_9042989026176300029_n

Confira algumas delícias que você encontra no nosso Coquetel:

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Para vestir a camisa no Novembro Azul!

Estamos no Novembro Azul, mês de conscientização e luta contra o Câncer de Próstata, e para aderir a campanha, convidamos vocês á vestir a camisa com as nossas opções em polos e camisas manga curtas, que são ideais para enfrentar o calorão da primavera com estilo.

Confira algumas peças que separamos:

Polos por R$175,90dsc_0862Camisas manga curta por R$199,90

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E mais importante do que vestir a camisa e cuidar da sua saúde e  fazer o exame regularmente. #fiqueatento

10 carros que oferecem experiências únicas aos seus donos

A organização americana Wards Auto divulgou um novo ranking que elenca os 10 veículos que oferecem a melhor experiência para o usuário.

Uma atenção especial foi dada aos auxílios ao motorista e comandos via touchscreen e voz, além da integração com smartphones. No caso de comandos físicos, também teve relevância a sensação de toque proporcionada pelos materiais.

Uma observação importante! A lista se refere aos modelos disponíveis no mercado americano, mas alguns também podem (ou poderão, como no caso da Chrysler Pacifica) ser encontrados no Brasil.

Confira a seguir os vencedores!

1. Audi Q7

Vários aspectos do SUV top de linha da Audi foram destacados pela Wards: o excelente sistema de som da Bose, a inteligência do piloto automático adaptativo (que funciona conectado ao GPS, reduzindo a velocidade automaticamente quando uma curva se aproxima), o Virtual Cockpit (onde o painel de instrumentos é composto por uma tela 100% digital e configurável, de alta definição), a conexão WiFi e o sistema de pareamento com celulares.

Tudo isso está integrado de maneira bastante intuitiva, ao alcance de poucos comandos do sistema de interface MMI, hoje bem maduro e simplificado – repare na foto que, apesar da infinidade de tecnologias, o visual da cabine é bem limpo, sem profusão de teclas e botões.

Audi Q7

2. BMW Série 7

Jeremy Clarkson pode até ter reclamado da profusão (na sua opinião, exagerada) de mimos do novo Série 7, mas o pessoal da Wards – e da QUATRO RODAS também – ficou realmente impressionado com o carro-chefe da BMW em termos de tecnologia e conveniência.

Os destaques foram a facilidade na conexão com ceululares e dispositivos de música e os tablets oferecidos para os passageiros, com os quais é possível controlar o som, a iluminação do ambiente, os aromas, ajustes dos bancos e massagens.

E mesmo se você estiver longe do carro, um app permite ver sua localização e o mapa das proximidades, o controle da temperatura interna e até a quantidade de gasolina no tanque.

BMW Série 7

3. Chrysler Pacifica

Prestes a chegar ao Brasil, a minivan Pacifica foi considerada o veículo ideal para adultos e crianças.

Tem nada menos que sete entradas USB – ou seja, dá para recarregar os celulares e tablets de todos a bordo – e até um aspirador de pó acondicionado num compartimento no interior.

O sistema de rebatimentos dos bancos é elétrico, assim como a abertura das portas.

Para os passageiros da segunda e terceira fileiras, há dois tablets de grandes proporções repletos de jogos e filmes para manter a criançada entretida, com direito a controle remoto e fones de ouvido sem fio.

Chrysler Pacifica

4. Ford Escape

O SUV da Ford foi considerado ótimo na relação custo-benefício. Já vem com piloto automático, auxílios de estacionamento e mudança de faixa, integração com Apple CarPlay e Android Auto, central de infotainment Sync com tela de 8 polegadas e um mecanismo eletrônico de abertura do porta-malas cada vez mais comum, onde basta passar o pé por debaixo do para-choque (com a chave no bolso, claro), algo bem útil na volta das compras.

Ford Escape

5. GMC Acadia

A avaliação do SUV da GM foi parecida com a do Escape, descrita acima. Como diferenciais, ele traz roteador WiFi de acesso fácil, comandos touchscreen e de voz que funcionam sem dramas e uma integração com informações da previsão do tempo que são exibidas assim que o motorista escolhe seu destino no GPS.

GMC Acadia

6. Honda Ridgeline

Como fiéis e intensos usuários de picapes, os americanos acharam uma ótima surpresa o sistema de auto-falantes na caçamba da nova picape média da Honda – algo útil tanto em piqueniques quanto para se comunicar com o veículo atrás, em caso de reboque (ou mesmo para mandar alguma mensagem para o motorista que estiver seguindo a Ridgeline.

Os sistemas de auxílio à direção também foram elogiados pela facilidade de uso e eficácia, dispensando os irritantes bipes e alarmes sonoros que acabam acordando todos a bordo.

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7. Hyundai Elantra

O  Elantra oferece piloto automático e auxílios à direção de nível geralmente encontrado apenas em modelos mais caros, como no caso do detectos de pedestres com frenagem automática.

Os faróis adaptativos também receberam elogios, assim como o pareamento com smartphones e o Clari-Fi, uma tecnologia de software que restaura a qualidade dos arquivos digitais de música que foram comprimidos (como MP3 e AAC).

Hyundai Elantra

8. Infiniti Q50

Um dos itens destacados pela Wards no sedã de luxo Q50 já pode ser visto no Brasil: é o sistema de câmeras com cobertura de 360°, presente no Nissan Kicks vendido por aqui (a Infiniti é a divisão de luxo da Nissan).

No console central, o Q50 possui não uma, mas duas telas touchscreen de grandes proporções. Pode parecer um exagero, mas funciona – enquanto uma tela exibe os mapas de navegação, a outra pode mostrar imagens das câmeras, menus de configuração, informações de mídia, etc…

Infiniti Q50

9. Lexus RX

O SUV de luxo da Lexus conseguiu inovar ao integrar um pequeno joystick na ponta do descança-braços – segundo os caras da Wards, bastam alguns minutos para seu uso se tornar bem intuitivo no acesso a menus, mapas e outras informações exibidas nas telas do painel de instrumentos e do console central.

O head-up display que projeta dados no para-brisa à frente do motorista também foi elogiado, com fácil visualização tanto de dia quanto de noite. E os sistemas de auxílio à direção (piloto automático adaptativo e sensor de mudança de faixa) foram considerados suaves e seguros.

Lexus RX

10. Mercedes-Benz Classe E

O mais tecnológico dos Mercedes atuais é um dos primeiros automóveis realmente capazes de certos atos autônomos. Além de estacionar, ele pode trocar de faixa, esterçar, frear e acelerar em meio ao tráfego, sem precisar da intervenção do motorista.

Tem também carregador de celular sem fio, botões táteis no volante, uma impressionante dupla de telas de alta definição que ocupa todo o painel e até um sistema de troca de dados com outros automóveis e semáforos, para aprimorar a navegação.

Mercedes-Benz Classe E

Fonte: http://exame.abril.com.br/

Munhoz & Estivanelli = Uma parceria de sucesso!

Boa tarde!

Já falamos aqui várias vezes que o cantor Munhoz, da dupla Munhoz e Mariano, é fã das roupas Estivanelli. Faz tempo que ele usa a marca e frequentemente podemos ver ele usando alguma produção em seus shows e eventos pelo Brasil e mundo afora. E nessa coleção inverno 2016, não poderia ser diferente. O cantor apostou em várias peças da temporada. Confira os flashes!


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45591 45592 45962 45982Gostou? Todas as peças você encontra em nossa loja. Corre pra cá!

Créditos Fotografia: Arnaldo Muniz /http://www.munhozemariano.com.br/

 

Coquetel Dia dos Pais

Como acontece todo ano, em comemoração ao Dia dos Pais estamos com um delicioso coquetel na loja. Muitas delícias e um chopp geladinho para você saborear enquanto escolhe um presente de qualidade para o paizão.

E para maior comodidade e facilidade, estamos atendendo até às 20h.

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Algumas delícias do nosso coquetel:


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Emocione seu super-herói com presentes Estivanellicg. *Parcelamento em 6x sem juros

10 lições de campeões de vela para empreendedores

Nesta sexta-feira, dia 05 de agosto, o mundo se volta para o Brasil. Começa as Olimpíadas 2016. E aproveitando o tema esporte, hoje vamos abordar 10 lições de campeões de vela para empreendedores. As lições foram retiradas do livro  “O Espírito de Equipe”, publicado em 1988 pela editora Brasiliense. Um livro carregado de lições sobre marketing esportivo, competição, formação e gestão de equipes de alto desempenho, liderança, desafios pessoais e gerenciamento de projetos.

Imagine um grupo de dez dos melhores velejadores do mundo tentando ganhar uma corrida ao redor do planeta contra outras tripulações igualmente estelares. Essa é a história real narrada por Daniel Hirsch. Hirsch foi um dos tripulantes do L’Esprit d’Équipe, veleiro francês que, em 1986, venceu a regata de volta ao mundo Whitbread. Atualmente a  competição se chama Volvo Ocean Race e é disputada em diversas etapas ao longo de vários meses. É uma das mais duras competições de vela oceânica do planeta. Não por acaso, seu lema atual é “Life at the Extreme” (a vida em condições extremas).

Mesmo publicado há mais de 27 anos,  vale a pena a leitura pelos seus bons e válidos ensinamentos de empreendedorismo.  O livro está esgotado mas há exemplares usados em livrarias. Infelizmente, não há edição digital; só em papel.

Veja abaixo as 10 lições que podem ser extraídas do relato de Hirsch:

1. Recrutamento

Recrutar alguns dos melhores profissionais do mundo não é fácil. Mas isso era indispensável para vencer uma regata como a Whitbread. Os dez velejadores que competiram na regata eram muito jovens, mas todos já haviam vencido campeonatos importantes antes. É um bom começo para quem vai montar um time de alto desempenho.

2. Seleção

A preparação para a Whitbread começou dois anos antes da largada. Assim que o L’Esprit d’Équipe ficou pronto, foi inscrito numa sucessão de campeonatos de vela na Europa e nos Estados Unidos. Mais de 30 tripulantes foram testados nesses campeonatos para que o capitão Lionel Péan selecionasse apenas 10 para correr a volta ao mundo. Testar, na prática, os candidatos revelou-se uma ótima maneira de selecioná-los.

3. Responsabilidade total

Uma vez escolhida essa tropa de elite, cada velejador recebeu atribuições específicas e se tornou 100% responsável por elas. As funções incluíam aparelhar o mastro, providenciar suprimentos para a volta ao mundo, trocar a quilha do veleiro, instalar equipamentos eletrônicos, encomendar as velas e muitas outras tarefas de preparação. Lionel Péan interferiu muito pouco nesse trabalho. Ele havia escolhido os melhores profissionais e confiou neles.

4. L’Esprit d’Équipe

A participação do L’Esprit d’Équipe na Whitbread era parte de um conjunto de ações de marketing da Bull, na época a maior fabricante de computadores da França. A Bull buscava valorizar sua marca e motivar seus milhares de funcionários. Patrocinar um veleiro na Whitbread foi uma das maneiras encontradas para isso.

O nome L’Esprit d’Équipe tornou-se uma espécie de lema da companhia. Funcionou para melhorar a imagem corporativa para o público externo e também para nortear ações de endomarketing e engajamento de funcionários. Às vezes um bom nome faz toda a diferença.

5. O barco

Muitos dos veleiros que disputaram a Whitbread em 1985 e 1986 quebraram no caminho e perderam uma ou mais etapas da corrida por causa disso. Ter um barco confiável era fundamental. Lionel Péan optou por reformar um veleiro que já havia corrido a Whitbread antes. Isso garantiu sua robustez, mas não a velocidade, que teve de ser melhorada por meio de seguidos aprimoramentos durante a etapa de preparação. O L’Esprit ganhou novo mastro, novas velas, nova quilha. A geometria da popa foi modificada e o barco ficou mais leve. Tudo isso demorou cerca de dois anos. Para um projeto complexo, começar a preparação com a devida antecedência é fundamental.

6. Testes, testes, testes

As modificações que tornaram o L’Esprit d’Équipe um veleiro muito ágil para seu tamanho não foram feitas todas de uma vez. O barco participou de seguidos campeonatos nos meses que antecederam a volta ao mundo. Depois de cada um deles, Péan e sua tripulação avaliavam L’Esprit e alteravam o que fosse necessário nele.

O processo é conhecido no mundo do empreendedorismo: trata-se de testar o produto no uso prático e modificá-lo em função dos resultados dos testes. Esse ciclo se repete seguidas vezes até que se atinja um alto nível de excelência.

7. A bordo

Como ocorreu na etapa de preparação, durante a competição cada tripulante tinha 100% de responsabilidade sobre o barco. Todos se revezavam ao leme e nas demais posições a bordo. O capitão só intervinha quando era realmente necessário. Mais uma vez, o time de elite fez toda a diferença para levar o veleiro à vitória. 

 8. Apagando incêndios

Veleiros de regata velejam no limite do que o equipamento e a tripulação suportam. Um pequeno erro de um tripulante pode rasgar uma vela ou quebrar o mastro, por exemplo, levando o time à derrota.  

Quando se correm riscos desse tipo, é impossível acertar sempre. No L’Esprit, quando algum desastre acontecia, todos os tripulantes se envolviam para resolver o problema da melhor maneira possível. E ninguém foi expulso do barco por ter errado. 

9. Mais testes

Mesmo após a longa etapa de preparação, o L’Esprit d’Équipe era sempre um projeto em andamento. Entre duas etapas consecutivas da Whitbread havia sempre uma escala (em 1985, as escalas foram na África do Sul, na Nova Zelândia e no Uruguai).  Essa pausa de cerca de um mês era usada para fazer aperfeiçoamentos adicionais no barco e corrigir eventuais problemas. Isso também não difere muito do que ocorre nas empresas modernas. Um produto inovador nunca está 100% pronto. Sempre há algo mais a melhorar nele. 

10. Tensões

Numa situação de competição extrema como aquela, dramas individuais emergiam de tempos em tempos. Dan Hirsch, o autor do livro, chegou a pensar em abandonar a regata numa das paradas depois de cometer um erro ao leme que levou uma vela importante a ser rasgada. Desistiu quando percebeu que os olhares reprovadores de Péan e do restante da tripulação tinham uma razão: todos o viam como um dos melhores velejadores do mundo e esperavam que ele conseguisse dominar o veleiro na difícil situação que havia encontrado ao leme.

Hirsch percebeu que a surpresa dos colegas com sua falha era, na verdade, o reconhecimento de sua competência. O episódio marcou sua integração definitiva à equipe.

Bônus: o que aconteceu depois

Depois de correr três voltas ao mundo com diferentes nomes — 33Export, L’Esprit d’Équipe e L’Esprit de Liberté — o veleiro encontrou outro propósito. Em 2005, foi completamente reformado e transformou-se num barco turístico que faz cruzeiros na Antártica.

Os velejadores que ganharam a Whitbread em 1986 têm, hoje, por volta de 60 anos. Vários deles, incluindo o capitão Lionel Péan, reencontraram-se em 2011 na Volvo Ocean Race Legends Regatta, em Alicante, na Espanha.

Mesmo competindo num veleiro construído 30 anos antes, o time de Péan venceu mais essa regata contra outros campeões da volta ao mundo a vela.
Fonte: http://exame.abril.com.br/

Munhoz & Estivanelli!

Não é mais novidade que o cantor Munhoz, da dupla Munhoz e Mariano, é fã das roupas Estivanelli. Já mostramos aqui várias vezes ele usando nossas produções. Lembram? Há anos que ele usa a marca e vira e mexe podemos ver ele usando alguma peça em seus shows e eventos pelo Brasil afora.

As últimas escolhas foram nossas camisetas estampadas cheias de estilo. Confira e inspire-se para montar seu look do final de semana!

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Créditos Fotografia: Arnaldo Muniz /http://www.munhozemariano.com.br/

Semana Especial de Dia dos Namorados

Estamos em festa!!!

Para comemorar o Dia dos Namorados e os 7 anos de loja estamos com um delicioso coquetel e chopp gelado. Venha garantir o presente do seu amado e ainda aproveitar nossa condição especial de pagamento (6x sem juros no cartão).

Nos dias 09, 10 e 11 de junho atendimento até às 21h. Esperamos vocês!

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